Foto: Reprodução / TV Globo

Max Angelo é morador da Rocinha e trabalha na informalidade como entregador há um ano e meio, desde quando perdeu o emprego de carteira assinada. Ele é casado e tem três filhos.
Desde as ofensas e agressões que sofreu em São Conrado, na Zona Sul do Rio, Max Angelo tem dificuldades de voltar ao trabalho. Ele contou que apanhou "como se fosse um escravo".
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