Advogados Eumar Novacki e Edson Smaniotto alegaram que houve uma "piora significativa do quadro clínico do ex-ministro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Os advogados Eumar Novacki e Edson Smaniotto alegaram que houve uma “piora significativa do quadro clínico” dele e uma “severa crise” na última segunda-feira (24).
No habeas corpus, a defesa pede que seja concedida “liminar para o fim de ser revogada a prisão preventiva do pacient” ou até mesmo “deferida da prisão domiciliar”.
“Corroborando o laudo de 10/04/2023, que, repise-se, já indicava risco de suicídio, a psiquiatra da rede pública de saúde, desta vez em laudo confeccionado em 22/04/2023, registrou que: “dentro desse contexto, vem aumentando o risco de tentativa de auto-extermínio. Ainda com o intuito de conter essas crises e prevenção de suicídio, indico internação domiciliar (melhorar fatores protetores de prevenção)”.
Na segunda-feira (24), a Polícia Federal adiou o depoimento do ex-secretário de Segurança Pública do DF devido devido ao “agravamento do quadro de saúde psíquico” dele. Um laudo atestou que Torres sofreu uma piora no quadro depressivo após Alexandre de Moraes decidir mantê-lo preso, na semana passada.
Torres está preso desde que voltou aos Estados Unidos, após os atos golpistas de 8 de janeiro. Na época dos atentados contra a sede dos três poderes, Torres era responsável pela Segurança Pública do Distrito Federal e estava em viagem com a família nos Estados Unidos.
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