A empresa chinesa pretendem produzir os mesmos produtos que comercializa no aplicativo em território nacional
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

De acordo com a colunista, os dirigentes da Shein pretendem produzir os mesmos produtos que comercializa no aplicativo em território nacional e cogitam nacionalizar 85% das mercadorias.
A companhia se compromete, também, a aderir a regras de conformidade e a seguir toda a legislação brasileira sobre comércio eletrônico, que veta a comercialização de produtos sem o pagamento dos impostos correspondentes.
Os acionistas da empresa se reuniram nesta quinta (20) com Haddad, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
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