Das mais de quatro milhões de pessoas que podem se vacinar, apenas 332.194 já receberam o imunizante bivalente.
Foto: Bruno Concha/Secom

Pessoas a partir dos 12 anos com comorbidades ou imunocomprometidas;
Indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
Trabalhadores da saúde;
Gestantes e puérperas;
Pessoas assistidas em instituições de longa permanência a partir dos 12 anos;
Trabalhadores de instituições de longa permanência;
Pessoas com deficiência permanente;
Trabalhadores do sistema prisional;
População provada de liberdade;
Adolescentes sob medidas socioeducativas. Conteúdo G1
Das mais de quatro milhões de pessoas que podem se vacinar, apenas 332.194 já receberam o imunizante bivalente. Com a baixa adesão, o estado tem desenvolvido estratégias para atingir o público alvo, junto com as secretarias municipais.
No caso da vacinação de pessoas com comorbidades, o Ministério da Saúde desobriga a exigência da comprovação, sendo suficiente a autodeclaração, como explica a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Vânia Rebouças.
“Para se declarar, a pessoa deve se dirigir a uma unidade de saúde informando qual é a comorbidade. Podem ser pessoas com diabetes, com problemas no coração, com doenças renais crônicas, e também lembrar que, além das ações que a gente tem feito nas salas de vacina, os municípios também têm colocado estratégias de vacinação em pontos específicos. Não precisa levar exames e relatórios”.
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