A nova pílula substitui as doses diárias de insulina, que devem ser tomadas por pacientes diabéticos
- Foto: Getty Images

“Não será necessário injetar insulina antes de cada refeição, o que pode melhorar a qualidade de vida, bem como a saúde mental, de mais de nove milhões de diabéticos tipo 1 em todo o mundo”, afirmou o autor principal do estudo, Anubhav Pratap-Singh, em comunicado divulgado pela universidade.
No mundo, são 537 milhões de adultos convivendo com a doença, segundo dados da Federação Internacional de Diabete de 2021. Com a pílula, além de haver um controle maior nessa estatística, ainda reduzirá a chance de morte por diabetes. Por Monique de Carvalho /SNB
Como funciona a pílula
Os pesquisadores desenvolveram uma tecnologia em que a pílula é dissolvida na boca, mas cria uma cápsula protetora, que só será quebrada no fígado, onde deve ser absorvida.
Esse processo e trajeto, segundo os cientistas, duram entre 30 minutos e duas horas.
Anubhav Pratap-Singh, explica que a facilidade garantirá mais bem-estar aos pacientes.
Atualmente, as pessoas que não produzem o hormônio de maneira natural precisam aplicar várias doses diárias dele, por meio de micro injeções.
A rotina de aplicações é uma das maiores queixas de pacientes, além de aumentar o risco de abandono nos tratamentos.
Controle
A pílula tem o mesmo efeito das injeções – Foto: Getty images

A doença pode levar a complicações graves, como cegueira, danos nos rins, doenças cardiovasculares, amputações de membros e morte prematura.
Hoje existem inúmeras pesquisas que buscam o controle e a cura da diabetes. A pílula também traz uma grande esperança para os médicos e pacientes. Será um facilitador no dia a dia de pessoas com a doença.
Antes de entrar no mercado, a pílula passará por novos testes e precisará ser aprovada pelas agências reguladoras de medicamentos. Com informações da UBC
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