por Matheus Lens / Francis Juliano
Foto: Leiitor BN / WhatsApp

“A família espera que esse julgamento seja o mais rápido possível e que condene esse cinco criminosos e se chegue ao mandante do crime. Esse cinco presos fazem parte de um grupo de extermínio que atuava há muitos anos em Barra. Quem está por trás desse crime ainda não foi descoberto. A gente espera que esse processo criminal condene esses cinco criminosos e consiga chegar ao mandante dessa barbaridade que fizeram contra Júlio César”, disse Geraldino Gustavo Teixeira, irmão do médico ao Bahia Notícias.
Um inquérito da delegacia local apontou que a morte teria ocorrido por ciúmes. Conforme a polícia, um dos presos, identificado como Diego Santos Silva, o Diego Cigano, teria criado um delírio de que a vítima assediada a mulher dele, situação não comprovada. Outra hipótese levantada, mas não pela polícia, é que a morte seria uma suposta vingança após o médico denunciar um abuso sexual contra uma criança da família de Diego Cigano. O caso teria ocorrido em 2016 e a suspeita dessa motivação foi levantada pela própria família.
No dia do homicídio, câmeras de segurança flagraram a ação quando um homem com um capacete invade o consultório, atira no médico e foge em seguida. O fato causou um tumulto no local.
Os presos e réus no processo são: um casal, que atuou com olheiro na clínica; o autor dos disparos; um homem que conduziu a motocicleta para levar o atirador ao local e o auxiliar na fuga; e Diego Cigano, que se entregou à polícia, quase um mês depois do crime.
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