Anakláudia Barros e Ícaro Barros Crédito: Arquivo pessoal

Ícaro desembarcou em Israel no último dia 11, com um amigo de Barcelona. Esta é a quinta vez que o baiano visita Israel. Na madrugada de sexta-feira (13), noite de quinta no horário de Brasília, os primeiros ataques causaram o primeiro susto.
No momento, Ícaro está em um imóvel com os amigos, com um bunker privado para casos de bombardeiros. Anakláudia fala com o filhos todos dias, via aplicativo de mensagem.
Embora esteja protegido em um bunker, a mãe continua aflita. “Até quando você pode em um lugar protegido de arma química? Você tem que sair, comprar alimento. Enfim, é complicado demais”, desabafou a Anakláudia.
Ele já não fala mais com a imprensa por causa da aflição.
“Isso tudo está mexendo psicologicamente com ele. Então, ele está meio que entrando em pânico com isso. Com isso, eu acho que estou passando muita ansiedade pra ele. Tô achando ele mais quietinho. (…) Eu estou aqui vivendo a dor, mas o problema é ele que está vivendo, estou diminuindo um pouco o ritmo justamente para não deixar ele aflito”, disse Anakláudia.
A Anakláudia, que mora na em Itaberaba, na região da Chapada Diamantina, conta que envia e-mails para o Ministério das Relações Exteriores todos os dias. “A gente precisa chegar nas autoridades, quem tem o poder de resolver. Eu mando e-mail para o Itamaraty e não tenho uma resposta de ‘estamos fazendo alguma’. É sempre não um ‘não é pra sair de lá, é pra ter calma’, mas o que de fato está sendo feito para tirar esse pessoal de lá?”, disse.












































