por Bianca Andrade / Gabriel Lopes / Rebeca Menezes/BN
Foto: Reprodução / Instagram

No entanto, dados do Portal de Visualização do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura, mostra que a única vez que o nome da baiana esteve relacionado a um pedido via lei de incentivo cultural aconteceu anos antes de Bolsonaro assumir o poder.
Segundo o site, a Mina Produções e Eventos fez uma proposta de R$ 1.594.850,00 para a realização do show em que Orquestra Juvenil da Bahia e Ivete Sangalo interpretaram Gil & Caetano, um evento beneficente em prol do Hospital Martagão Gesteira realizado em 2015 na Arena Fonte Nova (saiba mais aqui).
A verba indicada no projeto era de R$ 1.301.725,00 para a realização, porém a plataforma indica que a situação da proposta foi indeferida:
"Projeto arquivado, uma vez que foi realizado antes da publicação da portaria que autoriza a captação de recursos. 23/12/2015".

Foto: Reprodução / Instagram
Em busca pelo CNPJ da IESSI Music Entertainment, empresa fundada por Ivete Sangalo que cuida dos eventos e projetos relacionados à baiana, não há nenhum indicativo da artista como proponente.
Ivete Sangalo ainda é citada em um outro projeto, o longa-metragem ficcional de animação 'Ivete Sangalo e a Maquina de Cronos'. Neste, apenas o nome da artista aparece no título, o que indica que foi uma obra baseada na história da baiana.
Submetido em 2017, fora do governo Bolsonaro, o projeto de Bruno Cardoso Santoro foi arquivado sem informações sobre valor da proposta, objetivo do longa, justificativa, ficha técnica e outros tópicos necessários para a avaliação do pedido.
Segundo o autor, a ideia era mostrar uma aventura através do tempo da personagem de Ivete para dois dos momentos mais importantes da música brasileira, o surgimento da MPB e da Jovem Guarda.












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