Por Pedro Silvini
A China está colocando em campo um “exército” que não veste uniforme nem carrega armas — mas já provoca apreensão em governos, indústrias e mercados globais. Trata-se de uma frota gigantesca de carros elétricos e híbridos, produzidos em escala sem precedentes, que vem alterando profundamente o consumo de energia, enfraquecendo a demanda por petróleo e redesenhando a geopolítica do setor automotivo e energético.
O avanço acelerado da eletrificação no transporte chinês já é apontado por especialistas como um divisor de águas. Dados recentes da Agência Internacional de Energia (IEA) indicam que o crescimento da demanda chinesa por combustíveis fósseis estagnou e começou a cair, algo considerado inédito até poucos anos atrás.
Historicamente, o crescimento econômico da China esteve diretamente ligado ao aumento do consumo de petróleo: mais carros a combustão, mais voos, mais obras de infraestrutura. Esse padrão, porém, começou a se romper. Leia tudo no diariodocomercio

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