A carga incluía expediente diurno no ambulatório de transplantes de órgãos e sobreaviso noturno contínuo, sem descanso compensatório
Por: Guilherme Guerra
Foto: Ilustração – Rovena Rosa/Agência Brasil

A carga incluía expediente diurno no ambulatório e sobreaviso noturno contínuo, sem descanso compensatório. As tentativas de revisão da escala teriam sido recusadas pela direção. Segundo os autos, desde 2006 trabalhadores da área de captação de órgãos estariam submetidos ao mesmo regime, considerado insustentável e nocivo à saúde.
A enfermeira relatou que trabalhava das 7h às 17h no ambulatório, atendendo cerca de 20 pacientes por dia, além de executar tarefas administrativas e organizar procedimentos complexos. Nas semanas de captação, permanecia de sobreaviso das 17h às 7h do dia seguinte, podendo ser acionada durante a madrugada e, ainda assim, iniciar o expediente normal pela manhã, sem qualquer compensação de descanso. Em períodos de férias de colegas, a equipe reduzida assumia carga extra, agravando a rotina. “O trabalho era contínuo, cansativo e sem mecanismos institucionais de alívio ou reposição”, afirmou. Mais no defatoonline
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