Mesmo com o anúncio dos cortes, Ministério da Saúde diz que nenhuma política pública será interrompida

A área é uma das 12 listadas pelo IEPS que podem perder recursos no ano que vem, com reduções que variam de 17,4% da verba, como na área de HIV/Aids, até 65,7%, como no caso da pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação em saúde. Outras áreas que podem perder recursos são o setor de dados e o programa Médicos pelo Brasil, substituto do Mais Médicos.
“É um descaso com a saúde e com a história recente do país. O Brasil teve uma resposta exemplar à Aids em anos anteriores. Por que cortar em um programa que é exemplar e que tem repercussão em outras patologias?”, questiona o vice-presidente da Abia (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids), responsável pelo Observatório Nacional de Políticas de Aids, Veriano Terto Junior. Segundo Ministério da Saúde, nenhuma política pública será interrompida. Conteúdo: O Tempo
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