Ex-ajudante de ordens efetuava “saques em espécie” e “depósitos fracionados”, dificultando a identificação dos responsáveis pelas transferências
Foto: Reprodução/Facebook

De acordo com documento anexado no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura o caso, Mauro Cid efetuava “saques em espécie” e “depósitos fracionados”.
O órgão alega ainda que os métodos usados pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro dificultam “a identificação dos responsáveis pelas transferências”, “não havendo evidência de que as pessoas beneficiárias dos pagamentos possuem relação com a Presidência da República que justifique tais recebimentos de recursos possivelmente públicos”.
Mauro Cid foi preso no início do mês suspeito de atuar em um esquema de fraude de certificados de vacina de familiares de Jair Bolsonaro e da filha, Laura.
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