Léo Índio foi visto na rampa do Congresso Nacional durante invasão de 8 de janeiro
Foto: Reprodução / Instagram

A investigação de Léo Índio se dá após notícia-crime protocolada pelo advogado Leonardo Coreicha, que foi juntada ao processo dos atos antidemocráticos, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. Na petição, o advogado aponta que o sobrinho de Bolsonaro participou de manifestações que culminaram com a depredação do patrimônio público, em Brasília.
Em vídeos do dia 8 de janeiro, ele chegou a ser visto na rampa do Congresso Nacional e nas próprias redes ele defende os bolsonaristas alvos das forças de segurança que tentavam conter a invasão aos prédios dos Três Poderes. “Busquem os verdadeiros vândalos e também os covardes mascarados e fantasiados de patriotas”, escreveu.
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