Pacote relativo ao Dia Internacional da Mulher conta também com o Programa de Proteção e Saúde Menstrual e a criação do Dia Nacional Marielle Franco
Foto: José Cruz/Agência Brasil

A solenidade teve a participação da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, e da primeira-dama, Janja Silva. “Com a lei da equiparação salarial que apresentamos agora, fizemos a questão de colocar a palavra ‘obrigatoriedade’. Se trabalha na mesma função, com a mesma competência, a mulher tem o direito de ganhar o mesmo salário”, concluiu o presidente. Segundo a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o texto prevê multa de 10 vezes o maior salário pago na empresa em caso de descumprimento da paridade salarial. Valerá para empresas de pelo menos 20 funcionários.
Lula anunciou também a criação do Programa de Proteção e Saúde Menstrual e instituiu o Dia Nacional Marielle Franco, em homenagem à vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 2018. O presidente disse que, se dependesse do governo, a desigualdade acabaria “por um simples decreto do presidente”. “As mulheres tiveram protagonismo em vários momentos-chave da nossa história recente: redemocratização, anistia, Diretas Já e Constituinte”, enumerou.
A ministra Cida Gonçalves propôs um pacto com a sociedade para enfrentar a misoginia. “Desprezo e ódio as mulheres não podem ser naturalizados”, disse Cida, que anunciou a intenção do governo de lançar um pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio com ações casadas com os estados. O evento contou também com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, todas as 11 ministras da atual gestão, a ex-presidente Dilma Rousseff, e a presidente da Caixa, Rita Serrano. Com informações do G1 e do UOL.
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