Presidente da autarquia, João Nascimento afirmou que há indícios de "manipulação" de informações e "manobras fraudulentas"
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Na semana passada, a atual direção da companhia divulgou fato relevante em que atribui o rombo contábil à diretores da gestão finalizada ano passado, vinculada ao ex-CEO Miguel Gutierrez. A dívida não contabilizada foi revelada pelo ex-CEO Sérgio Rial, que antes dirigiu o banco Santander.
Na CPI, Nascimento destacou que “não dá para dizer que apenas um grupo de pessoas é responsável”. O presidente da CVM destacou que “todos os sistemas de governança corporativa e informacional falharam”.
Nascimento avalia que confirmadas as manipulações visando obter viagens indevidas há tipificado crime contra o mercado de capitais. “Quanto mais evoluem as apurações e investigações, mais sérias ficam as revelações”. No momento, a autarquia busca identificar autoria e materialidade das irregularidades antes de formular as acusações.
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