Foto: Ascom PC/Haeckel Dias

Segundo a polícia, o acusado possuía um mandado de prisão em aberto pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e falsidade documental.
“O homem foi exonerado da Defensoria Pública da Bahia e se passava por juiz de direito, aplicando diversos golpes ao frequentar congregações evangélicas oferecendo falsas vantagens com intuito de resolver questões judiciais”, explicou o titular da DRFR de Feira, delegado André Ribeiro.
Com ele foram apreendidos a carteira funcional da instituição e um notebook também de propriedade da DP-BA. Ele segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário.
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