Foto: Pixabay

De acordo com o portal Metropóles, o caso foi publicado na revista científica Radiology Case Reports. O cabo ficou alojado na bexiga do paciente após ele não conseguir retirar o fio que havia inserido na ultima vez em que se masturbava.
O objeto, que tinha cerca de 3 mm de diâmetro, foi retirado usando uma espécie de tesoura cirúrgica chamada fórceps, que foi inserida na uretra do paciente. O homem não possuía comportamentos psicóticos e parecia bem mentalmente, sintomas pouco comuns em pessoas que são hospitalizadas com objetos estranhos no corpo.
Ele foi diagnosticado com poliembolocoilamania, que é o hábito de inserir objetos estranhos nos orifícios do corpo. Os autores do artigo ressaltam que "mesmo mentalmente bem, a introdução voluntária de objetos na uretra para satisfação sexual reflete uma condição psicopatológica. Muitos pacientes demoram para procurar ajuda médica por vergonha, levando a complicações sérias a curto e longo prazo”.
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