Foto: Reprodução/Pixabay

Esse estudo brasileiro é comandado por Silvano Raia, pioneiro do transplante de fígado na América Latina. “Por mais que os dados de laboratório indicassem que estávamos no caminho certo, existiam os céticos. O fato de terem conseguido demonstra que essa linha de pesquisa é promissora”, avalia o cirurgião à reportagem do Estadão.
A leitura da geneticista Mayana Zatz, também envolvida na pesquisa, é de que o sucesso americano facilita a aprovação de experimentos por comitês de ética brasileiros. “É importante no sentido de mostrar: ‘Olha, já está sendo feito nos EUA’.”
Conforme a reportagem, o estudo brasileiro foi concebido por Raia há quatro anos e vem sendo desenvolvido no Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células Tronco da USP, onde se criou um laboratório de xenotransplante (transplante entre espécies diferentes). A iniciativa teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da farmacêutica EMS. A parte de engenharia genética, segundo os cientistas, consiste na inativação de genes do porco e na adição de genes humanos.
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