Foto: Reprodução / Cremeb

Segundo o conselho, além de estar exercendo a medicina ilegalmente, a falsa médica carimbou e assinou um relatório que atestava ter acompanhando a transferência de uma paciente em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), utilizando nome e CRM de uma médica devidamente inscrita no Conselho. Agora, a acusada está sendo investigada pela 13ª Delegacia Policial pelos crimes de falsidade ideológica e exercício ilegal da medicina.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Roberto Dias, a investigada informou ter cursado medicina na Bolívia, mas não apresentou devida diplomação nem documentos que comprovassem que ela buscou o Revalida para regularizar a possibilidade de registro em algum conselho regional de Medicina no Brasil.
Após ter ciência da ocorrência, a empresa responsável pela contratação da mulher buscou o Cremeb e informou ter sido surpreendida com a notícia e alegou que não tinha ciência de uma profissional sem habilitação no seu quadro de funcionários e se colocando à disposição para mais esclarecimentos. O caso agora seguirá para Corregedoria do Conselho, que irá apurar os trâmites de contratação da investigada pela polícia. Via giroemipiau1
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