Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm

O benefício de gratificação para regência de classe, sem aviso prévio, foi vetado em agosto de 2019 pelo então prefeito Sérgio da Gameleira. Durante a sessão, um grupo de professores chegou a protestar, cobrando o fim da medida. O texto que baseou o veto à suspensão foi de iniciativa do vereador João Paulo (PSD).
À época do veto, Sérgio da Gameleira disse que o decreto era legal e decorria de um Processo Administrativo iniciado em 2019, “com o conhecimento da APLB”. No entanto, os docentes contestavam as declarações do então gestor.
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