Foto: Pedro França/Agência Senado

Presidente da comissão, o senador Omar Aziz (PSD-AM), foi um dos que demonstrou publicamente sua irritação e cobrou que o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), mantivesse no parecer tudo que havia vazado.
Após o desgaste, Calheiros enviou o documento de 1.178 páginas aos colegas senadores. No documento, há pedidos de indiciamento de 70 pessoas e duas empresas. Entre os nomes, estão o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e três de seus filhos – o vereador pelo Rio de Janeiro Carlos (Republicanos-RJ), o senador Flavio (Patriota-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) –, além dos ministros Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Walter Braga Neto (Defesa) e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência).
No parecer, constam ainda os pedidos de indiciamento dos ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). Há também outros parlamentares, empresários, lobistas, médicos, pesquisadores e influenciadores bolsonaristas.
Dois pontos de divergências entre os senadores foram resolvidos na noite desta terça-feira (19): o indiciamento por genocídio de indígenas atribuído a Bolsonaro e o pedido de indiciamento dos filhos do presidente da República, sobretudo do senador Flávio Bolsonaro. Segundo Aziz, os itens foram retirados da versão final.
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