A arrecadação de impostos e contribuições federais acumulou R$ 465,610 bilhões no primeiro semestre de 2011, o que representa uma elevação real de 12,68% em relação ao mesmo período de 2010. Os valores da arrecadação do primeiro semestre correspondem a um recorde para o período, já que todos os resultados mensais de janeiro a junho foram inéditos para cada um dos respectivos meses.No mês de junho, a arrecadação totalizou R$ 82,726 bilhões, alta real de 23,07% em relação a junho de 2010 e de 15,47% ante maio deste ano. O resultado de junho superou o teto dos prognósticos do grupo de 13 instituições consultadas pelo Jornal da Tarde. Nesse grupo, as projeções variavam de R$ 68,300 bilhões a R$ 74,500 bilhões, intervalo que gerou uma mediana de R$ 72 bilhões.
IOFApesar da decisão do governo de elevar para 3% ao ano, a partir de abril, a alíquota do IOF sobre as operações de crédito da pessoa física, a arrecadação da Receita Federal cresceu 70,76% em junho de 2011 ante junho de 2010, o que demonstra que a medida não foi suficiente para desestimular a contratação de crédito por pessoas físicas.
Por outro lado,o pagamento de IOF nas operações de câmbio cresceu 5,27% no mesmo período, segundo os dados da Receita, e apenas 2,13% no acumulado de janeiro a junho, em relação ao primeiro semestre de 2010. O governo aumentou o IOF para 6% sobre investimentos estrangeiros em renda fixa a partir de outubro de 2010 para conter a entrada de capital especulativo no País, o que estava pressionando a cotação do dólar em relação ao real. De http://www.jt.com.br/seu-bolso/
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