por Francis Juliano/BN
Foto: Reprodução / TV Subaé

Segundo nota da entidade, o afastamento se fez necessário não apenas como trâmite administrativo e atento ao “clamor vindo da comunidade acadêmica e outros setores da sociedade, mas também – e principalmente - como um posicionamento claro e irrefutável da instituição diante de atos de violência ou qualquer possibilidade de crimes de racismo e homofobia dentro e fora dos muros da instituição”.
Uma sindicância também no âmbito da universidade para apurar o caso, ocorrido no último sábado (12). Segundo relato do estudante de biologia Felipe Ferreira, as agressões aconteceram depois de ele pular o muro da universidade para conseguir usar a internet e pedir um transporte por aplicativo.
Segundo ele, antes de pular o muro, pediu para entrar no espaço da instituição se identificando, mas mesmo assim foi impedido pelos vigilantes que depois o agrediram.
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