Foto: Divulgação/Instituto Butantan

A XBB.1 foi gerada a partir das sublinhagens BA.2.10.1 e BA.2.75. A cepa foi detectada em 35 países, e é monitorada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma variante sob monitoramento. A entidade diz que as informações até o momento mostram que a XBB.1 pode trazer risco maior de reinfecção.
A CK.2.1.1 é considerada mais rara — só foram registradas 342 casos no mundo, na Alemanha, Estados Unidos, Dinamarca, Espanha e Áustria. Ainda não há dados suficientes para determinar se ela é mais perigosa do que as outras cepas. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
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