Foto: Reprodução / TV Subaé

Segundo a TV Subaé, em 2015, a filha de Sumara Santos, Sara, teve de ser internada. Ele apresentava infecção urinária, vômito e fortes dores. Após um ano em UTI, a garota veio a óbito.
Já em 2017, Santos engravidou do filho Lucas, e em 2019, ficou grávida de Levi. No entanto, em janeiro de 2020, os meninos tiveram os mesmos sintomas. Levi ficou internado por quatro meses e não resistiu. Quatro dias depois do óbito de Levi, o filho Lucas passou a ter os sintomas da doença e faleceu três meses depois.
Além de porfiria, há a suspeita de que Sumara tenha também amiloidose, outra doença rara, causadora de acúmulo da proteína amiloide no coração, rim, fígado e cérebro. Para se locomover, Sumara, que é professora, usa cadeira de rodas. Ela também foi diagnosticada com retocolite ulcerativa por uso constante de opioides.
Através de uma vaquinha virtual, amigas da professora tentam conseguir recurso suficiente para garantir o tratamento, considerado muito caro, em unidade especializada em São Paulo, .
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