Foto: Reprodução / RedeGN

Para isso, se valia de fraudes em licitações para garantir que os serviços continuassem sendo prestados por empresas integrantes do esquema por mais de 10 anos. A CGU também declarou que nas licitações de transporte escolar havia cláusulas que restringiam a concorrência. No entanto, esses mesmos editais deixaram de prever critérios de qualificação técnica para seleção dos licitantes, o que favoreceu a classificação de empresas do grupo sem estrutura para prestação dos serviços.
Com isso, a execução do transporte escolar teria sido feita integralmente de forma subcontratada, e as empresas do esquema figuravam como meras intermediárias entre a prefeitura e os reais executores do transporte. A investigação apurou que a prática lesionou os cofres municipais em mais de R$ 12 milhões, referente ao período 2016 a 2018, abrangido pela fiscalização.
Os mandados judiciais foram cumpridos em residências e em entidades públicas e privadas de Juazeiro (BA) e de Juazeiro do Norte (CE). BN
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