Foto: Bahia Notícias

A denúncia aponta os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro com base em delitos que teriam sido cometidos entre dezembro de 2017 e junho de 2018 e que envolvem também o julgamento de um recurso pela desembargadora Maria do Socorro. De acordo com o MPF, a decisão judicial em questão restabeleceu o bloqueio da matrícula de um imóvel, que era de interesse dos envolvidos no esquema. Por conta disso, a desembargadora teria recebido vantagens indevidas no valor de R$ 400 mil, montante que teria sido pago por Adailton Maturino, o "quase cônsul" apontado como líder do esquema, e sua esposa, Geciane Maturino. Mais em https://www.bahianoticias.com.br/justica
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