por Mauricio Leiro / Milena Lopes**Foto: Reprodução / Twitter

O diretor do observatório Marcelo Carvalho acredita que o número é "muito grande para os poucos meses de futebol que a gente teve no Brasil". "Se a gente tivesse os 12 meses, teria mais ou menos 60 casos e chegaria muito perto do número de ocorrências de 2019. Ou seja, a curva, nesse caso, vai continuar subindo como vem acontecendo de 2014 para cá”, disse ao Bahia Notícias.
Emblemático pela repercussão, o caso Gerson, segundo Marcelo, "mostra como o racismo funciona no Brasil". "Ele sofreu racismo e aí toda a questão de ter que comprovar que ele sofreu racismo porque a palavra dele só não basta. E aí tudo que ele disse que ele sofreu é colocado sempre em dúvida. Então são duas violências: a primeira é sofrer racismo e a segunda é ter a sua palavra desacreditada. E as pessoas ainda colocaram em dúvida sobre o caso dele pelo fato de que ele é 'malandro', outras vezes que o cara 'perdeu a cabeça'... inúmeras situações que colocam em pessoas negras para desacreditar suas palavras e a gente discute mais a vítima do que o agressor”, acrescentou. Leia tudo em https://www.bahianoticias.com.br/esportes
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