O acampamento, que começou com nove pessoas do MBL (Movimento Brasil Livre) em 21 de outubro, ganhou adeptos e saltou para mais de 70 barracas. Algumas ficam desocupadas, ou vazias. Segundo os participantes disseram à Folha, as barracas ficam vazias porque o grupo faz revezamento. “Muitas pessoas de Brasília nos apoiam e dão suporte. Então há um constante vai e vem, para ir na casa dessas pessoas para tomar banho, já que aqui não existe local para isso”, disse Igor Iuan, 28 anos, músico de Curitiba. por SERRINHA DE FATO
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