Muitos dos fetos já estavam formados e exibiam um detalhe horripilante: uma espécie de etiqueta amarrada às mãos ou às pernas, com os nomes de suas prováveis mães. Os embriões tinham aspecto semelhante ao das múmias, com a pele ressecada sobre os ossos. Os tonéis foram abertos casualmente, por um homem que coletava lenha durante a noite.
A legislação russa exige que fetos sem vida sejam enterrados em local apropriado, dentro de recipientes hermeticamente lacrados. A polícia acredita que os embriões foram gerados há aproximadamente dez anos e descartou a possibilidade de a destinação irregular ter origem hospitalar. "Nossa área é pequena, não podemos ter tantos abortos assim", explicou um porta-voz ao jornal britânico Daily Mail.
Como Ekaterinburg é uma cidade industrial, é possível que os embriões tenham sido utilizados em experimentos laboratoriais, como pesquisas de células-tronco. Contudo, a hipótese não explica inteiramente o caso, pois não seria justificável identificar os fetos por meio das etiquetas. A polícia segue investigando a origem dos tonéis e seu conteúdo macabro. Do Estado de Minas
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