Uma menina de 8 anos distribuiu comprimidos de estimulante sexual similar ao Viagra entre colegas de uma escola municipal de Maringá, acreditando que fossem "balas".A garota que levou os tabletes teve dor de cabeça intensa. Outras duas crianças não apresentaram sintomas, mas tinham orientação para fazer lavagem gastrointestinal. Outra teve sonolência. A Secretaria de Educação do Município não soube dizer quantas crianças consumiram as "balas".
O caso aconteceu na última terça-feira na sala do 3º ano do ensino fundamental e era mantido em sigilo. Ontem, a secretária de Educação, Edith Dias, confirmou o caso e explicou que a professora e a diretora da escola tomaram conhecimento da distribuição das "balinhas" por acaso e, por sorte, pouco tempo depois do consumo.
"Uma criança mostrou as balas e a professora percebeu que se tratava de remédio". A menina disse à professora que trouxe o medicamento de casa e que pertencia a seus pais.
Edith descreveu a cartela com 20 comprimidos semelhantes a balas, acondicionados em uma caixinha de acrílico. "A criança, com certeza, pensou que fossem balas. Ela pegou algumas e distribuiu o restante entre os coleguinhas".
A secretária informou que os pais de todos os alunos foram comunicados imediatamente, inclusive os da menina que levou o remédio.
Consultado pela reportagem, o pediatra Vítor Rosa, disse – em tese - que se trata de um medicamento vasodilatador que pode comprometer o sistema circulatório. O médico disse que, no HU, nunca atendeu caso semelhante envolvendo crianças.Vanda Munhoz//http://zequinhapaula.blogspot.com/
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