Embarcação seguia de Zamboanga para Jolo quando afundou; ao menos 24 pessoas seguem desaparecidas e buscas continuam
Foto: reprodução/Reuters
SBT News, com informações da Reuters

A Guarda Costeira das Filipinas informou que a balsa operava dentro da capacidade autorizada, que é de 352 pessoas, transportando 332 passageiros e 27 tripulantes no momento do naufrágio.
As equipes de busca e resgate, que atuam em águas relativamente calmas, conseguiram acelerar as operações, segundo o comandante da Guarda Costeira do Distrito Sul de Mindanao, Romel Dua. De acordo com ele, 24 pessoas continuam desaparecidas.
Dua afirmou ainda que uma investigação foi aberta para apurar as causas do acidente. Aeronaves e embarcações militares foram mobilizadas para reforçar os esforços de resgate.
O governador da província insular de Basilan, Mujiv Hataman, publicou vídeos nas redes sociais mostrando o resgate de sobreviventes no porto de Isabela, em Mindanao. As imagens exibem passageiros sendo retirados das embarcações, alguns envoltos em cobertores térmicos e outros transportados em macas.
Em entrevista à rádio DZBB, Hataman afirmou que a maioria dos sobreviventes está em condição estável, mas que passageiros idosos precisaram de atendimento médico emergencial. Ele acrescentou que as autoridades seguem verificando a lista de passageiros, enquanto as buscas continuam.
Acidentes com balsas são frequentes nas Filipinas, um arquipélago com mais de 7 mil ilhas e um histórico marcado por falhas na segurança marítima, resultando em dezenas de mortes todos os anos.
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