Galáticos Online**Foto: José Manoel Idalgo / Ag. Corinthians

De modo geral, a atitude leva em consideração a posição temerosa do departamento jurídico do clube paulista, que cogita possíveis problemas a curto, médio e longo prazo. Sendo assim, a presidência do Coringão optou por acionar na via judicial uma editora que garante ter direitos sobre a música e representantes dos herdeiros do autor.
A ação leva em consideração a Editora Musical Corisco, que aponta ter assinado um contrato de edição em 1969 associado com o compositor Lauro D'Avila. Além disso, a medida também envolve a Musiclave Editora Musical, que assumiu ser representante dos herdeiros do autor do hino, ainda conforme a publicação.
Ajuizado na 30ª Vara Cível de São Paulo, o processo, de novembro do ano passado, ainda não teve conclusão. Todavia, a proposta é evitar novos problemas como um que ocorreu há 12 anos, quando o Corinthians recebeu notificação extrajudicial da Musiclave devido a execução do hino dentro de uma propaganda da TV Bandeirantes.
Por outro lado, apesar dessa notificação de 2011 não ter gerado processo, foi o suficiente para a agremiação paulista tomar conhecimento de que existia um contrato de 1969, assim como de que a Musiclave poderia, a qualquer instante, alegar direitos sobre o hino. O jurídico do Timão quer encerrar o entrave e oficializar o hino como propriedade do clube.
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