Foto: Reprodução / Flickr Palácio do Planalto

Com os dados recebidos através de Lei de Acesso a Informação, obtida pelo Estado de São Paulo, o Ministério do Desenvolvimento Regional foi questionado sobre os dados e reconheceu que os parlamentares definiram como e onde aplicar R$ 3 bilhões de verbas próprias da pasta. “Os recursos oriundos de emenda de relator-geral foram executados conforme definição do Congresso Nacional”, informou a pasta, referindo-se à nova modalidade de emenda, chamada RP9, criada no atual governo.
Num primeiro momento, o ministério atribuiu à Secretaria de Governo da Presidência da República (Segov), então comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos, a articulação envolvendo a destinação dos recursos do orçamento secreto. Mais em https://www.bahianoticias.com.br
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