Um dos pontos de atrito do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a cardiologista Ludhmila Hajjar, cotada para substituir Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, foi a discordância do chefe de Estado em adotar medidas restritivas no Nordeste, onde os governadores são assumidamente oposição ao governo federal. Foto: Marcos Corrêa/PR

Com o declínio da médica (leia mais aqui), o escolhido para o cargo de ministro foi Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (leia mais aqui).
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