Por Folhapress
Fotos ilustrativas: Reprodução / Agência Brasil / Médico Sem Fronteiras

O anúncio foi feito pelo Cogat, braço do Ministério da Defesa israelense que supervisiona assuntos civis em Gaza. "Uma fase piloto começou em coordenação com a missão [de assistência de fronteiras] da União Europeia (Eubam) e as autoridades competentes", afirmou o órgão. Não houve menção à passagem de ajuda humanitária.
O trânsito de pessoas pelo local, em ambas as direções, deve ser autorizado a partir de segunda-feira (2). Os líderes do Egito e da Jordânia, no entanto, reagiram ao anúncio condenando o que classificaram de tentativas de deslocar a população palestina.
Durante um encontro na capital do Egito, Cairo, o ditador do país, Abdul Fatah Al-Sisi, e o rei Abdullah 2º, da Jordânia, "renovaram sua afirmação da posição firme do Egito e da Jordânia rejeitando quaisquer tentativas de deslocar o povo palestino de sua terra", de acordo com um comunicado do regime egípcio.
Segundo um representante do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, cerca de 20 mil pessoas esperam pela reabertura para deixar Gaza e receber tratamento no Egito. A fronteira estava fechada desde maio de 2024, quando o Exército israelense assumiu o controle da passagem.
"A cada dia que passa, meu estado piora e minha vida me escapa", disse Mohammed Shamiya, 33, à agência de notícias AFP. Ele sofre de uma doença renal que requer tratamento de diálise e espera conseguir sair de Gaza para receber atendimento médico.

























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