Número de mortos no período foi o pior registrado em uma semana desde o início do conflito
Foto: Reprodução/X @UN

Segundo matéria do InfoMoney, o número de mortos nas últimas 24 horas foi o pior registrado em uma semana desde o início do conflito, em outubro de 2023, e soma-se ao grande número de vítimas fatais da guerra que destruiu o enclave palestino onde vivem mais de 2 milhões de pessoas.
Relatos de moradores da região apontam que aviões e tanques israelenses têm bombardeado fortemente as áreas do leste da Cidade de Gaza, com muitas residências destruídas nos bairros de Zeitoun e Shejaia durante a madrugada desta quarta. O hospital Al-Ahli disse que 12 pessoas foram mortas em um ataque aéreo a uma casa em Zeitoun.
Os tanques também destruíram várias casas no leste de Khan Younis, no sul de Gaza, enquanto no centro os tiros israelenses mataram nove pessoas que buscavam ajuda em dois incidentes separados, disseram médicos palestinos. Até o momento, as Forças Armadas israelenses não se pronunciaram sobre os ataques.
‘Nakba’
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem reiterado a ideia defendida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que os palestinos deveriam simplesmente ir embora da região.
“Eles não estão sendo expulsos, terão permissão para sair”, disse ele ao canal de televisão israelense i24NEWS. “Todos aqueles que se preocupam com os palestinos e dizem que querem ajudar os palestinos deveriam abrir seus portões e parar de nos dar sermões.”
A proposta repercutiu com ampla negatividade entre as lideranças globais, e principalmente no cenário da política árabe, com muitos expressando sua reprovação à ideia de deslocar a população de Gaza, o que, segundo os palestinos, seria como outra “Nakba” (catástrofe), quando centenas de milhares fugiram ou foram forçados a sair durante a guerra de 1948.
A tomada da Cidade de Gaza, principal concentração urbana do território, está provavelmente a semanas de distância, de acordo com autoridades israelenses. Isso significa que um cessar-fogo ainda é possível, embora as negociações sigam em ritmo lento e sem sinal de diminuição nos conflitos.
Fome























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