
Pelo Mundo – Pesquisadores desenvolveram uma língua artificial feita de membranas ultrafinas de óxido de grafeno, capaz de identificar sabores diretamente em líquidos. O dispositivo combina percepção sensorial e aprendizado, algo inédito em sistemas eletrônicos.
A língua artificial retarda o movimento dos íons em até 500 vezes, permitindo registrar informações sobre sabores por até 140 segundos. Essa retenção cria uma memória temporária, semelhante à do sistema nervoso humano, e possibilitou identificar gostos básicos com até 87,5% de precisão e bebidas complexas, como café e refrigerante, com até 96%.
O sistema integrado ao ambiente líquido supera as limitações de modelos anteriores e pode ser usado no monitoramento de doenças, na avaliação de efeitos de medicamentos e no controle de qualidade de líquidos, incluindo a detecção de contaminação. Fonte: Metrópoles
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