Reforçamos que a organização repudia de forma veemente qualquer manifestação discriminatória e que declarações individuais não representam o posicionamento da organização. Diante disso, solicitamos a gentileza de atualizar o texto com a inclusão da nossa nota oficial na íntegra.
Segue o posicionamento:
"O Einstein conta com cerca de 20 mil médicos, entre autônomos e contratados, que atuam no hospital. Declarações individuais desses profissionais não representam o posicionamento institucional da organização. O Einstein repudia de forma veemente qualquer manifestação ou ação discriminatórias e não tolera condutas que atentem contra o respeito e os direitos de qualquer pessoa. Esses princípios são inegociáveis para a organização e fazem parte das regras gerais de atividade médica do Einstein. O caso mencionado está sendo tratado de acordo com o código de ética, princípios e diretrizes institucionais."
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