> TABOCAS NOTICIAS : setembro 2026

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Por que as paradas do orgulho gay estão sob ataque — dentro e fora da comunidade LGBT

Matt deixou a cidade inglesa de Crewe assim que pôde, aos 18 anos. Ele sentia que não era aceito como um jovem gay.

A única cena LGBT existente em Crewe era um minúsculo bar improvisado atrás de uma cortina nos fundos de um bar nos arredores da cidade.

Ele saiu em 2015. Mas, em junho passado, Matt acabou voltando para sua cidade-natal para participar da parada do orgulho gay de Crewe. Para ele, foi um retorno importante.

“Realmente me trouxe de volta à época em que eu era criança e crescia aqui, tentando conviver com a minha identidade”, ele conta.

“Foi muito importante estar aqui e ver como uma cidade que não era particularmente receptiva… mudou e floresceu.”

Para muitas pessoas, estes pequenos eventos comunitários celebrando o orgulho gay parecem imensamente distante das enormes comemorações realizadas nas maiores cidades do Reino Unido.

Mas o fim de semana feliz de Matt em Crewe esconde uma guerra cultural cada vez maior em torno do orgulho gay.

Nos últimos anos, diversos governos locais retiraram seu apoio aos festivais. Algumas grandes marcas, talvez receosas de parecerem “woke” demais, agora pensam duas vezes antes de se associar a eles.

Para agravar a situação, existe uma antiga queixa de alguns ativistas LGBT de que o orgulho gay ficou muito comercial. E as discussões sobre assuntos trans também aumentaram.

Com tudo isso, algumas pessoas já se perguntam: as paradas do orgulho gay têm futuro?

As origens do orgulho gay
O orgulho gay começou como forma de protesto.

A primeira marcha oficial do orgulho gay do Reino Unido foi realizada em Londres em 1972. Mais na agenciaaids

Empresários baianos pressionam por adiamento da PEC do fim da escala 6x1

Federações afirmam que proposta não deve ser votada durante o período eleitoral e citam possíveis impactos para empresas
Foto: Divulgação
Representantes de quatro das principais federações empresariais da Bahia se reuniram nesta segunda-feira (31), em Salvador, para defender o adiamento da votação da PEC que propõe mudanças na jornada de trabalho e o fim da escala 6x1.  Por: Metro1 

Os presidentes da Fecomércio-BA, Faeb, Fetrabase e FIEB apresentaram uma posição conjunta contra a análise da proposta em meio ao período eleitoral. A mobilização integra a campanha nacional “Agora, Não!”, lançada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

As entidades afirmam que não são contra a discussão sobre uma nova jornada de trabalho, mas defendem que uma mudança constitucional desse porte seja debatida com mais tempo e participação de empresários e trabalhadores.

O presidente da Fecomércio-BA, Kelsor Fernandes, criticou a possibilidade de o tema ser transformado em pauta eleitoral. “Não somos contra a discussão sobre uma nova jornada de trabalho. Somos contra transformar um tema dessa relevância para a sociedade brasileira em bandeira eleitoral”, afirmou.

Segundo o presidente da FIEB, Carlos Passos, setores que funcionam em regime de turnos e operações contínuas podem precisar reorganizar suas atividades, criar novos turnos e contratar profissionais caso as regras sejam alteradas.

As federações também citaram possíveis impactos sobre custos, empregos e produtividade. No posicionamento conjunto, o setor empresarial apontou ainda juros elevados, crédito restrito e inadimplência como fatores que, segundo as entidades, exigem cautela na discussão da proposta.

A mobilização ocorre enquanto a PEC do fim da escala 6x1 está entre as pautas que podem avançar no Congresso nesta semana, antes de uma nova interrupção das atividades legislativas por causa das eleições.