Foto: Reprodução/Metrópoles
A suspensão do leilão ocorreu após a empresa controladora do ativo, pertencente a Willer Tomaz, comprovar adesão a um programa de parcelamento de débitos junto à Justiça Federal. Após interromper a alienação judicial, o imóvel passou a ser anunciado por corretores com destaque para a viabilidade de implantação de um empreendimento hoteleiro com capacidade para até 90 quartos no local.
A propriedade marinha integra a lista de bens ligados ao advogado, que também responde a investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre movimentações financeiras no setor de apostas e contratos públicos. A negociação da ilha ocorre em meio às discussões sobre as restrições ambientais de ocupação e preservação ao longo do litoral fluminense.
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