Foto: Ilustrativa

Criticada por entidades dos direitos LGBTQI+ e organizações da sociedade civil a proposta chegou a ser suspensa após ação movida pela Defensoria Pública de Campina Grande.
O desembargador Fred Coutinho, relator do processo, acolheu a argumentação dos advogados de que o município não pode legislar sobre educação. De acordo com o voto do desembargador, essa competência seria da União e dos Estados. “A matéria, na minha ótica, padece de um vício de inconstitucionalidade formal. O município não tinha essa competência, essa atribuição, de aprovar essa legislação”, afirmou o relator.
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