Foto: Claudia Cardozo/Bahia Notícias

O fraco desempenho do Brasil ao longo dos 10 anos, de acordo com o estudo, cujo resultado foi divulgado pelo G1, pode ser explicado por uma combinação bastante perversa. O país enfrentou uma dura recessão entre o fim de 2014 e 2016, registrou uma lenta retomada nos três anos seguintes e viu o PIB despencar 4,1% no ano passado, por causa dos impactos econômicos provocados pela pandemia de coronavírus.
Os dados integram um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) com base nos números do Fundo Monetário Internacional (FMI). O desempenho do PIB per capita ao longo da década foi calculado em Paridade do Poder de Compra (PPC) e, portanto, torna possível a comparação entre os países, porque exclui o efeito do câmbio nas moedas locais.
Em continuidade, a nova década que se inicia começa com sinais de fraqueza e o país lida com várias incertezas, como o agravamento da pandemia de coronavírus e a lenta vacinação, que estão minando as expectativas de um crescimento mais acelerado.
As projeções econômicas para 2021 têm sido reduzidas semana após semana, segundo o relatório Focus, do Banco Central, que colhe a avaliação de uma centena de economistas. A última estimativa apontam que o PIB deve crescer 3,26%. Há um mês, no entanto, a previsão era de alta de 3,47%.
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