O Ministério Público do Trabalho tenta fechar o cerco contra comerciantes chineses acusados de aliciar e explorar compatriotas recém-chegados ao Rio de Janeiro. Denunciado à Justiça, o dono de uma pastelaria foi condenado a oito anos e meio de prisão por tortura e por submeter um funcionário à condição análoga à escravidão. Outros donos de pastelarias tiveram de fazer acordos para regularizar a situação dos trabalhadores.
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