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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Laís Souza se emociona ao conhecer o paciente tetraplégico que voltou a andar após a polilaminina

Rinaldo de Oliveira - SNB
Laís Souza e Bruno, o paciente tetraplégico que voltou a andar após a injeção da polilaminina conversaram muito e trocaram experiências - Fotos: reprodução/Instagram

Um encontro emocionante. A ex-ginasta Lais Souza conheceu pessoalmente o Bruno Drummond de Freitas, o primeiro paciente tetraplégico que voltou a andar após receber o tratamento com a polilaminina, que é brasileiro, experimental, está na fase 1 de testes pela Anvisa e já ajudou várias pessoas a recuperarem os movimentos.

A ex-atleta, que também ficou tetraplégica, em 2014, quando esquiava nos Estados Unidos, bateu um longo papo com o Bruno e imagens do vídeo mostram o momento em que ele empurra a cadeira de rodas da Laís. É emocionante de assistir.

“Hoje conheci o paciente 01 da Polilaminina, Bruno Drummond de Freitas, protagonista de um marco histórico na ciência brasileira sobre lesões medulares”, contou Laís na legenda do vídeo que postou nas redes.

A vitória do Bruno
Laís explicou o que aconteceu com o Bruno:
“Em abril de 2018, Bruno sofreu um grave acidente de carro que resultou em fraturas na coluna vertebral, nas alturas de C6 e T8. Na região de C6, a lesão medular foi classificada como completa, estabelecendo o diagnóstico de tetraplegia”, e continuou:

“Menos de 24 horas após o trauma, ele foi submetido ao procedimento cirúrgico e recebeu a aplicação da polilaminina, tornando-se o primeiro ser humano do mundo a receber essa substância em uma lesão medular aguda”.

O primeiro movimento dele
Laís comemora que, menos de 1 mês depois, o Bruno teve os primeiros sinais da recuperação

“Três semanas depois, ocorreu o primeiro movimento voluntário: flexão do dedão do pé. O primeiro indicativo clínico de reconexão funcional. A partir daí, seguiram-se dois anos de evolução progressiva, associados a reabilitação intensiva e diária”, disse Lais, que comemorou logo em seguida:

“Hoje, Bruno se encontra no que define como seu ápice de recuperação funcional, tornando-se 100% independente, com apenas algumas sequelas residuais”. Mais no sonoticiaboa

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