De acordo com o jornal, a delegada Katiana Amorim teria dito que nenhuma informação das delegacias especializadas seria repassada à publicação diária. A censura seria motivada pela publicação de reportagem mostrando o baixo índice de solução nas investigações policiais. A sonegação de informações teria partido da coordenação regional.
Moisés Damasceno defendeu os três anos de trabalho à frente da 6ª Coorpin. “Os vários inquéritos policiais que resultaram na prisão de tantas pessoas envolvidas com crimes diversos já estão na justiça, em fase processual, e não são embasados em meras denúncias anônimas, mas em ações de inteligência”.
O policial afirma que houve redução de 19,44% do número de homicídios neste ano em relação a 2010. E considerou agressiva – e gratuita – a matéria. “O certo é que agressões gratuitas podem favorecer a criminalidade, já que desviam a atenção e o foco das ações policiais”, disse.
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