Por Carlos Vilella | Folhapress
Foto: Arquivo Pessoal

Segundo comunicado do órgão, as promotorias de Justiça que acompanham o caso da morte de Orelha e da suposta coação feita por parentes dos adolescentes contra um porteiro dizem que é necessária uma reconstrução mais precisa do que aconteceu. A polícia ainda não se manifestou publicamente sobre o pedido.
A 10ª Promotoria de Justiça apontou lacunas na apuração da participação dos adolescentes considerados suspeitos da agressão a Orelha. Dos quatro oficialmente investigados, três ficaram de fora do inquérito.
Já a 2ª Promotoria de Justiça, que acompanha o processo sobre coação, defende mais apuração sobre alguns pontos do caso. Dentre eles está a possibilidade de não haver relação entre o episódio de agressão a Orelha e a suposta coação que teria sido cometida por três familiares adultos contra um porteiro.
É o que sustentam tanto a defesa do adolescente indiciado por suspeita de agressão contra o cão Orelha quanto os pais de um de outro jovem que foi inicialmente considerado suspeito, mas teve o envolvimento descartado.
Eles dizem que a suposta coação, na verdade, foram conversas com o porteiro após um desentendimento entre ele e os dois jovens na noite do dia 12 de janeiro, quando os adolescentes entravam no condomínio para ir a uma festa.
Segundo relatos, o funcionário enfrentava problemas com adolescentes do condomínio devido a episódios de mau comportamento e perturbação do sossego. Ele teria compartilhado imagens dos dois menores em um grupo de WhatsApp e dito que suspeitava que ambos estavam envolvidos na agressão a Orelha.









































