Doiane Lemos alerta para a difusão do sarampo no Brasil e reforça a importância da imunização
Foto: Giuliana Farias/Metropress

Até o momento, a coordenadora explica que não há casos suspeitos nem confirmados da doença em Salvador, mas a cidade está em estado de alerta: “A situação exige muito da vigilância sanitária, ela precisa investigar todas as pessoas com quem o infectado teve contato”, explicou.
O sarampo pode causar pneumonia e desidratação extrema, quadros que exigem tratamento intensivo e podem levar à morte. A atenção, segundo Doiane, não deve ficar restrita apenas à febre amarela, vacina que garante a possibilidade de viagem ao exterior. Para ela, vacinação contra a Covid-19 também precisa continuar.
A profissional afirma que a base da proteção é formada na infância. A vacina utilizada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e é realizada, quando não há comprovação oficial da imunização na infância, por idade:
Crianças de 6 a 11 meses: a vacinação só é feita quando o município registra casos da doença.
De 12 meses a 29 anos: duas doses.
De 30 a 59 anos: uma dose.
Profissionais de saúde: duas doses.
Doiane relembra que, desde 2016, existe um sistema que registra todas as vacinas recebidas, ou seja, mesmo quem não tenha o cartão físico por motivos de perda, por exemplo, pode conferir se foi imunizado ou não. Mais no metro1
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