John Kelson apresenta os principais capítulos da sua história de vida e cultura
O cantor e compositor John Kelson reuniu amigos, familiares e fãs para celebrar 37 anos de trajetória musical, no último dia 22 de outubro, no Centro Cultural Adonias Filho, em Itabuna. Durante cerca de duas horas, o artista dividiu o palco com uma banda de alto nível e convidados para participações especiais. Por Vera Rabelo / RedeSulBahia
O evento apresentou um formato excepcional, numa mistura de música, poesia e muita emoção. John Kelson e banda – formada pelos músicos Cawboy (bateria), Samuel Toché (contrabaixo), Silvão Coelho (guitarra), Geraldo (teclados), Taylor Sier (teclado e DJ), Fernanda Felix (backing vocal), Chiquinho Reis (percussão), Elvis Lustosa (acordeom e violão) e Gika Coelho (sax) – compartilharam o brilho da noite com os convidados Aldo Bastos, Val Cabral, Walmir do Carmo e Eva Lima e os dançarinos Luana Batista, Andréa Moreno, Lipe Sales e Hallyson Kartter.
A emoção emprestou tom, ritmo e harmonia para um John Kelson comovido e empolgado apresentar os principais capítulos da sua história de vida e cultura, e interagir com pessoas que fizeram parte dos inúmeros caminhos que precisou escolher para chegar até este marco de quase 40 anos de carreira.
Uma mistura de espetáculo musical com festa de aniversário, descontraída, original e verdadeira.
História
Nascido em Pau Brasil, em 26 de março de 1967, filho de Nilton Rodrigues dos Reis e Iara Oliveira de Andrade, aos nove anos de idade já sonhava em ser cantor. Na roça, construiu seu próprio violão, usando lata de óleo, madeira e linha de pescar até ganhar do pai seu primeiro violão de verdade como presente de aniversário de 15 anos. E foi com revistas de cifras e acompanhando as músicas de sucesso da época que aprendeu a tocar.
Desde os 18 anos, quando migrou para o Rio de Janeiro, passando pelo primeiro show em Itabuna, no Centro de Cultura Adonias Filho, em 1988, até chegar à celebração dos 37 anos de estrada, John Kelson resistiu às adversidades comuns do setor cultural, e se consolidou como um artista criativo, diversificado, carismático e popular. Foi o primeiro músico do Sul da Bahia a gravar um CD, em 1990, no estúdio do Roupa Nova, no Rio de Janeiro.
As duas décadas entre palcos e estúdios de gravação foram marcadas por duas fases igualmente emblemáticas da sua carreira. A primeira, quando escolheu a Axé Music e se apresentava como Derne e a segunda, vigente até hoje, como John Kelson, o Romântico.

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