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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Parreira tem melhora e é transferido para semi-intensiva

Ex-técnico da Seleção Brasileira, de 83 anos, está internado deste 16 de junho com quadro de inflamação pulmonar
Emanuelle Menezes / sbt
Carlos Alberto Parreira comandando a Seleção Brasileira em 2005 | Arquivo/CBF
O ex-técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, apresentou melhora clínica e foi transferido, nesta segunda-feira (27), para a unidade semi-intensiva de um hospital na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. O tetracampeão está internado deste 16 de junho com um quadro de inflamação pulmonar.

De acordo com o boletim médico divulgado nesta segunda, o comandante da conquista do tetracampeonato da Copa do Mundo, em 1994, está traqueostomizado e lúcido.

"O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que Carlos Alberto Parreira recebeu alta para a unidade semi-intensiva e continua apresentando melhora clínica no seu quadro global. O paciente está traqueostomizado, lúcido, colaborativo e com sua função renal estabilizada", diz a nota.

Linfoma de Hodgkin
Parreira foi diagnosticado em 2023 com um linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema linfático, e realiza tratamento desde então.

Os linfomas são tipos de câncer que afetam o sangue, como a leucemia. Mas, enquanto a leucemia acomete a medula óssea, o linfoma está presente no sistema linfático, formado de vasos e linfonodos (gânglios). O sistema faz circular a linfa, que contém as células de defesa do organismo, os chamados linfócitos.

No linfoma de Hodgkin, os linfócitos do tipo B apresentam uma anormalidade. Eles são maiores do que as células saudáveis e se multiplicam de forma desordenada.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, a doença pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas é mais comum entre adolescentes e adultos jovens (15 a 29 anos), adultos (30 a 39 anos) e idosos (75 anos ou mais). A doença também é mais comum entre homens do que entre mulheres.

A maioria dos pacientes com linfoma de Hodgkin pode ser curada com os tratamentos disponíveis atualmente.

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